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Artigo do Jornal: Jornal Julho 2019

Sobre o autor

Paulo Velasco

Paulo Velasco

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A esquizofrenia é uma doença cerebral crônica que afeta 1% da população mundial e se manifesta entre os 15 e 35 anos.

Os sintomas de esquizofrenia podem incluir delírios, alucinações, problemas de raciocínio e concentração e falta de motivação. No entanto, quando esses sintomas são tratados, a maioria das pessoas com esquizofrenia melhora muito com o tempo e pode chegar próximo à normalidade.

Entretanto, André Luiz, por meio da psicografia de Chico Xavier, relata que a esquizofrenia se origina de perturbações no perispírito. Então, compreendemos que Esquizofrenia pode ser um distúrbio espiritual. Qual o papel do campo extra físico em transtornos de nossa psique? Quais métodos podemos trazer para nosso cotidiano para atingirmos uma vida mais saudável?

Quem sofre com a esquizofrenia tem consequências que aparecem no corpo físico com sintomas variados e imprevisíveis. A mente começa a remoer remorsos e preocupações, que atingem os lobos frontais, obrigando a pessoa a não conseguir meditar consigo mesmo.

Desta forma, o esquizofrênico acaba se retraindo para si mesmo e se isolando do mundo. O resultado é autismo e isolamento. Algumas lembranças de vidas passadas podem manifestar-se na vida deste encarnado, fenômeno conhecido como ressonância do passado.

Várias entidades podem obsediar o encarnado, fazendo com que o mesmo tenha visões, incluindo a influenciação mental e as obsessões mais complexas como possessão e subjugação.

A esquizofrenia se trata ainda de uma doença inquietante da psiquiatria. Porém, André Luiz diz que o espiritismo científico a qualifica como uma enfermidade de origem espiritual e de expiação. A justiça de Deus é infinita na recuperação de nossos espíritos enfermos. A Lei do Progresso nos faz seguir conhecendo as tendências desta psicose, e estas psicoses são autenticas doenças do Espírito em severas respostas cármicas, quase sempre demarcando toda a jornada carnal... Os sintomas, por não terem o devido esgotamento no campo do exaustor físico (personalidade) perduram e refletem-se em outra reencarnação.

Por isso, o doente mental sob a ótica espírita é seguramente um transgressor dos códigos das Leis Divinas.

É uma enfermidade muito complexa, nos estudos da saúde mental. As pesquisas psiquiátricas, psicanalíticas e neurológicas têm projetado grande luz às terapêuticas de melhores resultados nas vítimas dessa terrível alienação. No entanto, há ainda muito campo a desbravar, em razão de as suas origens profundas se encontrarem inseridas no Espírito que delinque.

A consciência individual, representando, de algum modo, a Cósmica, não se poupa, quando se descobre em delito, após a liberação da forma física, engendrando mecanismos de autorreparação ou que lhe são impostos pelos sofrimentos advindos da estância do além-túmulo.

Afetando o equilíbrio da energia espiritual que constitui o ser eterno, a consciência individual imprime, nas engrenagens do perispírito, os remorsos e turbações, os recalques e conflitos que perturbarão os centros do sistema nervoso e cerebral, bem como os seus equipamentos mais delicados, mediante altas cargas de emoção descontrolada, que lhe danificam o complexo orgânico e emocional.

Noutras vezes, desejando fugir à sanha dos inimigos, o Espírito busca o corpo como um refúgio no qual se esconde bloqueando os centros da lucidez e da afetividade, que respondem como: indiferença e insensibilidade, no paciente de tal natureza.

A Doutrina Espírita vem nos alertar para que as famílias que possuem portadores de esquizofrenia, que tratem o paciente com amor, que procurem conhecer todos os sintomas da doença e, principalmente, que cuidem de si próprias, caso contrário não conseguirão lidar com o estresse comum nessas situações.

 

(Fonte: “No Mundo Maior”, pelo espírito André Luiz, FEB)

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